All articles from: setembro, 2009

Cultura da (I)legalidade

Recentemente, um amigo escreveu sobre a importância de compreendermos as licenças dos softwares que usamos e sobre o quanto uma empresa está sendo omissa ao adotar softwares piratas, ignorando as possibilidades de legalização e/ou de uso de softwares alternativos.

 

Eu escrevo, agora, sobre outro fator que assombra as organizações que se dizem 100% legalizadas: a cultura do “use o de casa, use o pirata”.

 

Quantas músicas baixadas da internet existem na maioria dos computadores do mundo? Eu seria hipócrita em dizer que a maioria destas musicas foram adquiridas de forma legal. Mesmo levantando a bandeira de que existe um grupo de usuários cujo sistema operacional, e seus programas, são livres, com licenças compatíveis com o uso que se faz deles.

 

Estas pequenas discrepâncias que acometem o dia a dia dos nossos computadores domésticos acabam criando uma cultura que vai além das mp3, e se espalha pelo hábito de que comprar um computador hoje é se importar com tudo, menos com o software que virá com ele. Compramos computadores pelo custo do hardware e o restante nada mais é que uma cadeia de acontecimentos rumo à pirataria plena.

 

E não tente escapar deste assunto, digamos, incômodo. O técnico de informática, o amigo virtual e os fóruns vão logo lhe mostrar que existe um grande sistema operacional de janelas, famoso por ser prático e ser o mais usado no mundo e que, com alguns segundos ou minutos de download e uma chave e métodos ilegais, será plenamente instalado em seu computador.

 

Do sistema operacional pulamos rapidamente para inúmeros softwares tão ilegais quanto o primeiro. No final, tanto o seu amigo que edita bons vídeos, quanto o colega que faz projetos de engenharia no computador de casa para a faculdade, fazem uso de softwares ilegais.

 

Quando estes profissionais são contratados ou resolvem participar de um empreendimento, acabam levando parte desta cultura para a empresa ou organização. E, acreditem, muitas organizações pagam caro por certos softwares, mas continuam ignorando que o sistema operacional, o antivírus e o editor de texto, tão usados no mundo todo, são piratas, são produtos ilegais que estão manchando a imagem de uma empresa “legalizada”.

 

Eu chamo isto de ilusão do (i)Legalizado.

 

As bandeiras de defesa deste uso ilegal são muitas, tais como o custo elevado cobrado pelas empresas para o software em questão, ou que não se consegue comprar com boa barganha. No final, entre uma desculpa e outra a comodidade do software ilegal acaba ganhando espaço.

 

Não vou discutir o custo de um produto. Existem muitos determinantes para que um preço seja gerado, que vão muito além das funcionalidades e incluem variáveis tão díspares quanto logística e design.

 

O que questiono é: assim como não temos nenhum cuidado ao perceber que estamos jogando lixo na rua e isto vai colaborar para entupimentos, enchentes e outros problemas, o uso de softwares de forma ilegal também colabora para que o preço seja ainda maior por aqui (já que será vendido um número mínimo de licenças) e desenvolve uma competitividade injusta – afinal de contas, como competir com um software pirata que não paga imposto e tem custo quase zero?

 

Levando adiante as questões da cultura que se formou em torno deste sistema, quando passaremos a nos importar com o custo real de um investimento em informatização?

 

Muitos softwares ilegais possuem restrições de atualizações de segurança, enquanto outros, supostamente grátis, possuem limitações de determinados recursos. Ambos fatores vão provocar em redes de médio ou grande porte sérios problemas técnicos.

 

E falando em problemas técnicos, em uma suposta fiscalização, de quem é a culpa pelo uso de softwares (i)legais? Do Supervisor ou do técnico? A direção irá assumir que apelou para o uso deste tipo de software, ou irá dizer que foi “enganada” pelo técnico?

 

Não se engane. Software pirata é o mesmo que comprar filmes piratas e outros produtos ilegais. Você e sua empresa estão investindo no atraso tecnológico, no risco técnico e na insegurança. É hora de despertamos para buscar alternativas viáveis.

 

Elas existem?

 

Sim. Primeiro, se o seu negocio exige grandes recursos de TI, pense melhor ao tentar empreender com poucos recursos iniciais. Consulte bem o mercado das soluções disponíveis e veja onde se pode economizar. Se um único software faz o que você precisa e é determinante para o negócio, invista nele, pois haverá menos dores de cabeça e mais recursos disponíveis, como suporte e atualizações.

 

Em segundo lugar, se a necesidade da sua empresa não ultrapassa os recursos de informática mais básicos, pense em soluções mais simples, que em sua maioria estão em concorrentes mais baratos o, em softwares livres distribuídos de forma gratuita, tais como o Gnu/Linux, Gimp, BrOffice e etc. Você poderá se surpreender, pois com um pouco de treinamento muitos destes softwares se mostrarão equivalentes ou superiores aos seus companheiros pagos.

 

Em terceiro e último lugar, coloque no papel e na planilha os custos e o retorno esperado deles. Procure levantar características técnicas amplas, envolvendo não apenas a funcionalidade esperada, mas as vantagens de instalação, manutenção, segurança e aderência, bem como as necessidades de quem precisa operar os softwares.

 

Mas cuidado! Nem todo Software Livre é grátis. Nem todo software grátis é software livre. Nem todo software grátis pode ser usado de forma gratuita dentro de uma empresa ou organização. E lembre-se que adquirir um software é muito mais do que ignorar as palavras iniciais na hora da instalação.

 

Ao procurar por conselhos, veja se este empresário ou organização possui uma estrutura semelhante de negócios. Procure por mais de um “case” e não deixe de verificar o que o governo federal tem conseguido com o software livre; instituições de grande porte como o Banco do Brasil e Caixa Econômica possuem um know-how notável com soluções abertas.

 

Existem combinações diversas para que sua empresa, casa ou organização estejam legalizadas e produzindo com qualidade. No atual contexto do caminho do desenvolvimento traçado pelo governo, é hora de mudarmos muitas culturas. A visão “holística” da empresa diante da sociedade e do ecossistema pede por responsabilidade e sustentabilidade.

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Software Livre, Inovações, Negócios e comunidade

Software Livre, Inovações, Negócios e comunidade

A um certo tempo que estou querendo escrever sobre SL, mas tempo é o que estou perdendo cada vez mais. Contudo, após a leitura da veja do dia 26 de Março de 2008, acho que é hora de colocar as idéias aqui.

 

Software Livre é aquele programa (aplicativo) desenvolvido e disponibilizado sobre a licença GPL (Gnu Public License) o que confere ao mesmo algumas responsabilidades ou liberdades:

 

1. A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)

2. A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

3. A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).

4. A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie deles (liberdade nº 3). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade. [1]

 

Um Software Livre tem o seu código-fonte, ou seja, a sua estrutura de funcionamento, aberta para a auditoria de qualquer pessoa. E como não podemos deixar de falar, um SL não significa necessariamente um programa grátis, o cerne da liberdade significa embrenhar-se nas liberdades citadas acima. Você pode usar e alterar um SL, mas não pode esconder o seu feito, pois ele deve continuar publico.

 

Pensando em empresas e no ambiente de negócios, uma certa mudança tem ocorrido nos últimos anos, como escreve Tim Converse e Joyce Park no PHP a Bíblia: “(…) Portanto, o preço de varejo total de um software não é mais uma medida confiável de sua qualidade, nem do nível de excentricidade do seu usuário.”

 

Desenvolver SL e propor soluções corporativas com SL é uma forma de garantir que uma empresa esta realmente pagando pelo Software e não apenas adquirindo uma permissão de uso por um certo tempo segundo certas restrições. A final de contas ela recebe o código que é uma parte do que foi pago. Ela, a empresa, poderá utilizar o código para melhorias sem ter que “implorar” ao desenvolvedor por um oportunidade crucial para o seu negocio. Feita a adaptação, basta deixar “Livre” a modificação para que outros possam também utilizar e novamente aperfeiçoar.

 

Este modelo de negocio não é uma utopia. Em entrevista a revista Veja de 26/03/08, o prêmio Nobel de Economia, Eric Maskin, comenta sobre leis de patentes, inovação e softwares: “(…)a lei confere ao inventor certa garantia de que ninguém vai se apropriar do seu trabalho e ainda faz da atividade criativa um negócio rentável. Essa lógica vale para algumas áreas mais vitais do conhecimento. Para outras, no entanto, ela só atrapalha. No caso da indústria de software, a proteção é inimiga da diversidade e da inovação.”

 

Quando questionado sobre “Como exatamente” isto ocorre ele responde:

 

“Os estudos sobre o assunto mostram que a proteção intelectual se provou desastrosa para a indústria de software por uma razão: esse não é propriamente um campo que vive de grandes descobertas, mas sim de uma série de pequenas inovações cujo mérito é justamente aprimorar o que já existe. Para dar vida a uma nova idéia, portanto, o inventor precisa necessariamente ter acesso livre ao que já existe. A imitação é um motor fundamental para a inovação, e as patentes se transformam em óbvios obstáculos(…)”

 

Em suma, sua empresa poderá herda uma certa de atualizações oriundas da forma de licenciamento GPL e também propiciará inovações para um ambiente constantemente atualizado. Sua empresa não deseja desenvolver? Ela poderá ainda se beneficiará de outra vantagem do SL: a comunidade.

 

Em palestra ministrada na Linux Park no mês de agosto de 2007, Cezar Taurion, Gerente de Novas Tecnologias da IBM Brasil, comentou que existe uma força muito grande de desenvolvimento na comunidade, que incentivada por empresas, garantem que a mesma não ficará prisioneira de um grande mal que é o do “software descontinuado”.

 

Veja bem que, existe um eco-sistema amplo envolvendo o SL. Ele começa com o desenvolvimento do aplicativo (com ou sem uma demanda empresarial) e em seguida ganha força da comunidade, composta não somente por desenvolvedores, mas usuários e empresas. Sua curva potencial de funcionalidade e inovação passa a crescer rapidamente com os investimentos de TODOS os envolvidos.

 

Em observação feita por Taurion, não basta a uma empresa desenvolver um SL e larga-lo em algum repositório da web em busca da tão valiosa inovação. Uma comunidade deve ser desenvolvida com incentivos transparentes e capazes de deixar a mesma a vontade para guiar o aplicativo para além da visão empresarial.

 

Da parte da comunidade não adianta o exageros de impor o SL, ou mesmo utiliza-lo como complemento a alguma forma ideológica ou política. Um Gnu socialista cubano não representa o verdadeiro SL, que como diz a Free Software Foundation[2] não é vinculado da causas políticas ou religiosas.

 

Softwares desenvolvidos para longe das comunidades também merecem críticas. Eu defendo que um programa SL deve ser realmente disponibilizado publicamente, fortalecendo a participação de todos na formação de uma comunidade. Liberar apenas para uma empresa na forma de GPL não é garantir que a comunidade participe e colabore com inovações.

 

Ainda longe de sua adoção em todos os níveis e locais, o Software Livre também é mais do que uma forma de desenvolver é um modelo novo de negocio para empresas, um vinculo moderno de inovação para a tecnologia mundial. Não se deve perder em discussões vazias ou receadas de criticas ideológicas imaturas. Sua capacidade de despertar o estudo, a evolução e o compartilhamento valoriza outra força que é da prestação de serviço em conjunto com o software.

 

O tema ainda é vasto, mas com certeza estará longe de ficar calado nos tempos que estão por vim.

Links de Referência:

1 – http://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_General_Public_License

2 – http://pt.wikipedia.org/wiki/Free_Software_Foundation

 

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1º Festival Software Livre BH

       No dia 26 de Setembro, acontecerá o 1º Festival de Software Livre de Belo Horizonte na ESP-MG, autarquia pública de Minas Gerais que utiliza e apoia o Software Livre.
       No evento, de acesso gratuito, serão realizadas palestras, mini-cursos, oficinas e install fests tanto para iniciantes quanto
para níveis mais avançados. O intuito do evento é agrupar cada vez mais os profissionais e entusiastas das diversas áreas da tecnologia, divulgando e ampliando o alcance da filosofia do Software Livre.
       Venha participar! Traga o seu computador pra instalarmos o GNU/Linux! As inscrições poderão ser feitas diretamente no site da ESP-MG em  http://softwarelivre.esp.mg.gov.br.

 

08:00 – Cerimônia de Abertura
Mesa redonda com organizadores do evento e representantes da ESP-MG.

 

Frederico Gonçalves: Educação é bom e o KDE gosta!
Sala 1 – 9:00
Descrição: Dentre os vários recursos disponíveis no KDE, temos um conjunto de aplicativos educacionais bem variados e interessantes, que abrangem diversas áreas do conhecimento, o KDE Edu. Nessa palestra serão apresentada uma explanação geral sobre o uso educacional de softwares livres e como utilizar esses aplicativos em ambientes educacionais.

Felipe Ribeiro: SAMBA4 + AD DEPLOYMENT TOOLS
Auditorio – 9:00
Palestra com a finalidade de apresentar as novas características do protocolo SMB (Service Message Block) implementado na nova versão do SaMBa – Samba4. Dentre as principais iremos destacar o suporte à Protocolos de Logon do Active Directory, Servidor LDAP embutido com suporte à características do Active Directory, Servidor Kerberos
Embutido, Suporte à características do Sistema de Arquivo NTFS completo e outras. Destinado ao público que já trabalha com administração de sistemas e redes de computadores. Apresentar a instalação em um sistema Debian Lenny 5.0 e a utilização de GPO’s.
Demonstrar a administração do samba4 com as ferramentas Administration Pack and Support Tools (Win 2003 server e Win XP).

Samuel Vale: Openstreepmap: mapeando o mundo
Sala 1 – 10:00
OpenStreetMap é um mapa editável de todo o mundo, construído por voluntários e liberado sob uma licença livre. Será apresentada uma visão geral do projeto e de alguns de seus subprojetos, além informações sobre como utilizar seus dados para localização e a construir aplicações que utilizem a base de dados. Saiba também como contribuir com dados para o projeto, obtidos do seu aparelho receptor de GPS, mapas de satélite ou conhecimento da sua vizinhança.

Djavan Fagundes: Aprendendo a usar e contribuir com o Software Livre
Auditório – 10:00
Uma visão geral sobre o estado do Software Livre, quanto ao seu uso nos computadores desktop e como o usuário tem reagido ao usar ambientes desktops livres.

Glauco Vinicius: Software Livre, Open Source e Licenças
Auditório – 11:00
Este trabalho visa explicar para os iniciantes os conceito de software livre e código aberto, bem como as interseções e diferenças entre ambos. Por último, será apresentada uma visão geral das licenças: LGPL (GNU Lesser General Public License), FDL (Free Documentation License), GPL 2 e GPL 3 (GNU General Public License), AGPL (Affero General Public License), Apache License 2.0, MIT License e BSD License.

Duda Nogueira: Asterisk fácil e rápido no Ubuntu

Sala 1 – 11:00
Asterisk no Ubuntu – O Asterisk é o software principal por trás das redes de telefonia sobre Internet, popularmente chamado de VOIP. Aprenda como montar um ambiente de testes e homologação usando o Ubuntu, a distribuição linux mais popular do mundo. Aprenda a montar um PABX digital, para um ambiente de testes e homologação

Amanda/Daniel Oliveira: Funcionalidades KDE 4.X e KDE-MG

Sala 2 – 14:00
Demonstração dos efeitos do KDE 4.x e funcionalidades que estarão presentes nas próximas versões.

Juliano Sene: Debian custom and Debian BR-Desktop
Auditório – 14:00
Apresentação do projeto debian-live para realizações de customizações pure blend Debian. Demonstrará como o BRDesktop foi feito com esta ferramenta e iremos gerar na hora uma customização conforme pacotes escolhidos pela platéia.

Damasceno: Animação e modelagem com Blender e Gimp
Sala 1 – 14:00 às 16:00
Esta apresentação irá demonstrar como utilizar o Blender e o GIMP na prática.

Eduardo Otubo: VIM! Typing like a hurricane!
Sala 2 – 15:00
Vimbook é um projeto de um livro opensource escrito em Latex que tem por objetivo reunir e explicar (em claro pt_BR) comandos básicos, funções avançadas e dicas interessantes do editor mais legal que existe.

Gustavo Fernandes: Conhecimento e Liberdade: Uma mão lava a outra se estiverem livres
Auditório – 15:00
A palestra tem o propósito de esclarecer sobre o que é o conhecimento, como adquiri-lo, trabalhar o mesmo e como esse está envolvido com a liberdade. Ou seja, é através da descentralização, do não monopólio, do conhecer e poder observar as coisas para entendê-las e por consequência, dominá-las. A liberdade e aprendizado ligados ao software de código aberto, explicando sobre o reconhecimento para quem investiu (desenvolveu) e a garantia de usufruir das melhorias e
contribuir para as mesmas para quem adquiriu.


Érika Ceciane: Libertas Debian e Ferramenta par
a a criação de distribuições
Sala 2 – 16:00
Essa palestra abordará o processo de desenvolvimento e implantação de uma distribuição GNU/Linux personalizado para o ambiente escolar. Tal processo ocorreu na Secretaria de Educação da Prefeitura de Belo Horizonte, que já utiliza uma distribuição GNU/Linux (Libertas) há algum tempo, mas precisava atualizá-la para atender a uma série de demandas. Com isso, foi planejada uma migração da Fedora Core 3 (na qual a Libertas era baseada) para a Debian. Nessa palestra serão apresentados os motivos e o planejamento dessa migração, as características da nova distribuição e o processo de seu desenvolvimento, que envolveu a construção de uma ferramenta geradora de distribuições.

Lamarque Vieira: Patchs de contribuição para o KDE

Auditório – 16:00
A apresentação mostra a cronologia de contribuições para o KDE, e kernel do Linux, feitas durante a resolução de um problema no Kopete (programa de mensagens instantâneas do KDE). O foco será dado nos detalhes para se enviar e revisar remendos ("patches") para quem está interessado em saber como funciona o processo de correção de bugs e
implementação de novas funcionalidades no KDE.





Guilherme Veras: Introdução a Modelagem e Desenvolvimento Agil de Sistemas com Symfony

Sala 1 – 16:00

A oficina abordará a construção de um sistema de Inscrição Online baseado no Framework Symfony.

O participante irá aprender os principais conceitos e técnicas para o desenvolvimento ágil com Framework Symfony.

 

 

Duda Nogueira: Aprendendo Django com o EMA
Sala 2 – 17:00
Desenvolver para a web nunca foi tão fácil e divertido! O Django – framework da linguagem Python voltado para a web – provê ferramentas e utilitários que agilizam e aprimoram o processo de desenvolvimento WEB. Com o Django não se programa, se faz poesia! Nesta oficina, iremos analisar o EMA – Event Manager – para aprender a como utilizar
desse poderoso framework

Amanda Magalhães: XMPP/Jabber: Liberdade também nos bate-papos

Auditório – 17:00
Em tempos de comunicação à distância, os IMs estão cada vez mais difundidos na população e é difícil imaginar a vida digital sem a sua utilização. Mas e o que há por trás do que se usa para se comunicar? Será que as pessoas sabem sobre os bastidores das suas conversas? Esta palestra visa apresentar o XMPP/Jabber. O protocolo de comunicação livre.

Hélio Cruz: Evolução do Software Livre
Sala 1 – 17:00
O palestrante fará uso de suas experiências profissionais para demonstrar a evolução do software livre na educação.

 

 

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