Plasma NM: atualizações

Bem, eu postei no meu blog (em inglês) sobre as atualizações que fiz no Plasma NM este final de semana. Basicamente são essas:

  • Usar tabelas html pra exibir as informações das interfaces de rede. Isso simplifica o código, gasta menos memória e permite selecionar que detalhes mostrar para cada tipo de interface.
  • Acrescentei a tecnologia de acesso e um medidor de qualidade de sinal no lado do nome da conexão na parte direita do Plasma NM:

  • Estou modificando suporte ao ModemManager no solid para ser um backend, atualmente ele está incorporado à classe GsmNetworkInterface, mas como o MM pode rodar separado do NetworkManager faz mais sentido que o MM seja um backend separado. Isso é bem mais complexo do que imaginava, vou demorar um tempo até conseguir terminar isso.
  • Ainda na parte de usar tabela html para mostrar os detalhes das interfaces eu pretende portar parte do código do Knm para permitir que o usuário selecione quais detalhes mostrar e em qual ordem. À medida que vou implementando o suporte ao MM no solid a quantidade de detalhes irá aumentar, então é bom ter um forma de mostrar só os detalhes que eu quero.

 

Bem, por enquanto é isso, se aparecer mais novidades eu posto aqui e no meu blog, que manda também para o planetkde.

Temas para o desktop KDE

Essa semana fiquei um pouco entediado com a aparência do meu desktop e resolvi navegar pelo kde-look.org para ver se encontrava algo interessante.

Estava meio sem esperança de encontrar algo que não fosse exagerado ou uma pequena modificação dos temas padrões, foi quando encontrei o tema chamado bespin ... o tema é muito interessante pois interfere em quase tudo das aplicaçõs KDE e dá uma cara completamente nova ao desktop. Estou curtindo bastante o tema e recomendo a quem quiser experimentar coisas novas no desktop. Para instalá-lo no opensuse é só buscar por bespin no site http://software.opensuse.org/search

Outra coisa que descobri também foi o plasmoid xbar que coloca os menus dos aplicativos num painel do kde (cópia da barra de menus do MAC), parece que está integrado aos plasmoids padrão do KDE. Ainda não começei a usar mas está na lista de coisas para experimentar ...  :)

Abaixo segue um link mostrando a dupla em ação

http://kde-look.org/content/show.php/KDE+4.2+with+two+panels+&+XBar+menu...

Aaron Seigo fala sobre o futuro do KDE

Entrevista com Aaron Seigo realizada por Bruce Byfield durante o Calgary Open Source Systems Festival (COSSFest).

Ninguém é mais qualificado para falar sobre o estado atual do KDE que Aaron Seigo. Membro veterano do KDE e.V, organização alemã sem fins lucrativos que supervisiona o projeto, Seigo é o desenvolvedor líder do ambiente desktop do KDE. Semana passada, eu o entrevistei durante o Calgary Open Source Systems Festival (COSSFest), com uma platéia presente, sobre onde o KDE está hoje e para onde ele está caminhando.

De acordo com Seigo, as mudanças de grande escala que começaram dois anos atrás com o lançamento do KDE 4.0 estão praticamente terminadas. “Nós alcançamos este estágio com o lançamento do KDE 4.4, em janeiro, onde nós disponibilizamos um conjunto de novas funcionalidades para o desktop, algumas novas aplicações e melhorias substanciais no look-and-feel. Este é o ponto em que estamos. Mas para onde estamos indo ? Esta é sempre uma pergunta difícil. Uma vez que você chegou em um lugar, para onde você deseja ir ?

A resposta do Seigo à sua própria questão é que o KDE está atualmente se movendo em três direções: adição de funcionalidades ao desktop (tanto pequenas features quanto em aplicações específicas), extensão do conceito de social desktop e a adequação do KDE para execução em toda plataforma de hardware possível. Cada uma dessas direções merece uma pequena história.

Ajustes finais do desktop KDE

Em contraste a algumas versões anteriores do KDE4, Seigo diz, “agora nós temos as funcionalidades que as pessoas esperavam e nós demos a elas muitas novas possibilidades”. O próximo passo, ele diz, é “dar ênfase à forma e ao acabamento, melhorar o desempenho e aplicar todos os nossos esforços na estabilidade”.

Algo nesta direção já pode ser percebido na versão atual (4.4), com a adição de novas funcionalidades tais como a capacidade de agrupar diversas janelas em uma só. Entretanto, janelas agrupadas são somente o início, Seigo fala.

Ele lembra que versões futuras irão disponibilizar uma barra de tarefas que conhece as janelas agrupadas e permitirá que usuários as salve para uso em sessões futuras. De forma similar, ele vê as funcionalidades para geo-localização adicionadas recentemente como um primeiro passo em direção a uma versão do KDE que irá mudar automaticamente o conteúdo do desktop de acordo com a localização onde você está – por exemplo, utilizando um conjunto de ícones e arquivos quando você liga o computador no seu escritório e outro conjunto quando você está na sua casa.

Adicionalmente, muitas mudanças estão também acontecendo em aplicações específicas do KDE. Por exemplo, o KOffice recebeu patrocínio da NOKIA para desenvolver um visualizador de documentos para a plataforma móvel Maemo5. “NOKIA”, Aaron diz, “está investindo muito, o visualizador não é só rápido, mas também pode importar e exportar arquivos nos formatos Open Documento and Microsoft Office, então se você criou um documento no OpenOffice.org ele funcionará perfeitamente no seu telefone móvel”.

Outro exemplo são os novos planos para o Krita, programa para gráficos rasterizados (matriciais) do KOffice. Por um longo tempo, Aaron diz, a equipe do Krita não sabiam se eles estavam desenvolvendo uma aplicação para desenho, para finalização de fotos digitais, ou seja lá o que for.

Em um sprint recente do KDE, o Krite recrutou o perito em design Peter Sikking, que tem também trabalhado no GIMP, para ajudar o projeto a encontrar uma direção.

“Ao final da experiência, eles decidiram que o que eles realmente queriam era um software para suportar processos naturais de desenho”, Seigo fala – ou seja, uma aplicação que simula com a maior fidelidade possível aspectos tais como pinceladas e mistura de cores. “Outras coisas tais como finalização de fotos digitais são implementadas por plugins, funcionalidades que você pode adicionar posteriormente”.

“Outra área interessante de desenvolvimento atualmente é o suporte a negócios”, Aaron fala. “Em áreas tais como groupware, o KDE está criando um programa chamado OpenChange, uma completa reimplementação do Microsoft Exchange. Na verdade a equipe esteve na conferência do Samba este ano e eu sempre pensei nisso com o Samba para Exchange. O KDE está sendo portado para o novo framework Akonadi (gerenciamento de informações pessoais) então, em um futuro não tão distante, você será capaz de escolher o seu servidor, incluindo o Exchange. Isso é realmente bacana para nós”.

O KDE e o Social Desktop

A segunda direção é o uso crescente do desktop social. De acordo com Seigo, esta tendência começou com a chegada do Nepomuk, o desktop social semântico que mantém um banco de dados de arquivos e suas tags. Nepomuk é originalmente um projeto acadêmico, mas graças ao patrocínio da Mandriva, o KDE foi um dos primeiros a implementá-lo no desktop.

“Isto nos levou a um estágio onde você pode adicionar tags aos seus arquivos, anotá-los, realizar buscas por eles e criar um timeline, no gerenciador de arquivos, para visualizar a ordem na qual você utilizou suas coisas”, Aaron fala. “Isso é bacana, mas é somente a ponta do iceberg. A meta final é conectar todos esses meta-dados com as pessoas e com a forma com a qual as pessoas trabalham”.

O KDE já inclui widgets para seguir pessoas via OpenDesktop.org e para acessar a Base de Conhecimento do KDE, mas nos projetos futuros poderemos ver ferramentas para manter contato com amigos e contribuidores KDE, ou até mesmo procurar por respostas a problemas de hardware enviadas por pessoas que possuem o mesmo equipamento.

Seigo chama essa tendência de “livrar a web do navegador”, adicionando que “é uma vergonha que a web permaneça presa ao navegador”. Em contraste direto ao ChromeOS do Google, que substitui o desktop por um navegador, a meta do KDE é distribuir o acesso aos recursos web por todo o desktop já existente.

“Isso significa utilizar tecnologias web no nosso desktop“, Seigo explica. “É realmente eliminar as fronteiras entre o que é local o que não é local, e ainda mais importante, seguindo o espírito do software livre, colocando o controle e a escolha nas mãos do usuário”.

Novas plataformas de hardware e suas influências

A maior direção atual do KDE é a sua extensão a novas plataformas. O KDE já anunciou o Plasma Netbook, uma interface específica para netbooks que Seigo afirma que possui “cerca de 99% do mesmo codebase do desktop tradicional”.

Agora o KDE está se expandindo para outras plataformas de hardware também. “Acabamos de iniciar o desenvolvimento de um desktop para plataformas móveis”, Aaron inclui. “Estamos trabalhando em uma interface móvel voltada para telefones e PDA’s. Nossa plataforma alvo é o MeeGo mas estamos também trabalhando com o Jax10 que é baseados nas tecnologias Intel. Estamos também trabalhando em um media center. Então, ao final, nós teremos essa coleção de ambientes para uso em computadores desktop, netbooks, tables e plataformas móveis.

Um resultado dessa integração de hardwares que já está surtindo efeito é a influência dos netbooks e dispositivos móveis nos ambientes desktop tradicionais. Tamanho de tela, memória RAM disponível e tamanho do disco rígido sempre impõem limites no projeto da interface, mesmo embora as diferenças de hardware entre dispositivos portáteis e estações de trabalham venham diminuindo com o tempo.

Ainda assim, as diferenças ainda existem. Como um exemplo, Seigo lembra que um mouse é uma ferramenta precisa demais para um dispositivo móvel.

“Isso leva a coisas tais como ter um conjunto de widgets clicáveis”, Seigo fala. “de modo que, se eu tenho uma lista de coisas, eu devo ser capaz de clicar com meu próprio dedo. E pelo fato de utilizarmos as mesmas tecnologias da nossa interface de usuário primária, nós já temos widgets clicáveis no desktop também. Nós provavelmente nunca teríamos investido tempo implementando widgets clicáveis se nós estivéssemos focando somente no desktop“.

Outras mudanças e lições aprendidas

Outras mudanças que estão acontecendo são externas ao software. Ao perceber que KDE não mais se refere somente ao desktop, mas a uma comunidade comprometida em construir tecnologias relacionadas, o projeto anunciou um rebranding no último outono com o objetivo de refletir o que realmente o projeto é.

Em um futuro próximo nós também veremos uma migração do SVN para o Git. Seigo antecipa que a maior acessibilidade do Git irá diminuir as barreiras dos contribuidores.

Alguns projetos do KDE como Amarok já migraram para o Git e, de acordo com Seigo, “estão caminhando a um passo incrível e a principal razão é que o número de contribuidores aumentou”. Seigo prevê “uma semana onde todos os projetos estarão migrando. Que diabos estou fazendo ? O KDE possui mais de cinco milhões de linhas de código e 58 Gb de arquivos para transferir. Mas certamente, quando todos tiverem migrado, o desenvolvimento do KDE será ainda mais rápido”.

Mas, quaisquer que sejam as mudanças planejadas para o KDE, Seigo afirma que elas acontecerão com um mínimo de problemas. Em particular, Seigo fala que, pelo fato de o KDE4 ter sido projetado para ser mais facilmente modificado que as suas versões anteriores, uma explosão de código é um problema menos provável porque soluções deselegantes para superar limitações hard-coded serão dificilmente necessárias.

Além disso, “em casos de sobrecarga, nós desabilitamos a funcionalidade em run-time se a bateria possui pouca carga ou se o computador é muito lento. Você perde algumas features bacanas mas continua tendo um sistema totalmente funcional”.

Seigo expressa alguma preocupação sobre outra revolta dos usuários como a que aconteceu com o KDE 4.0. Entretanto, ele atribui a revolta em parte pelo interesse das distros em serem a primeira a oferecer o novo ambiente e, em outra parte, por uma inevitabilidade.

“Nós temos um hábito ruim no software livre em geral que, sempre que um desenvolvimento necessário acontece (algo que tinha de ser feito), nós não somos bons em criar novos produtos baseados no que foi feito. Nós simplesmente dizemos: aqui está. O tornamos disponível e verificamos como ele se comporta. As distros realmente precisam melhorar a forma como eles lidam com tais coisas porque o desenvolvimento não pode parar. Nós precisamos fazer isso todos os anos e as distros têm de aprender a lidar com isso. Não é um problema exclusivo do KDE, nós vimos a mesma coisa com o PulseAudio.

E quando o KDE5 estará disponível ? Seigo afirma que o número da versão poderia mudar para mante-la sincronizada com o Qt mas atualmente isso é pouco provável.

“Nós estamos talvez na metade do caminho do que pensamos alcançar no KDE4. Os frameworks do KDE não estão ainda sendo totalmente utilizados. Nós não estamos olhando pras coisas e dizendo: eu gostaria que tivéssemos algo pra fazer. Nós realmente fizemos isso no KDE3 mas não temos nada disso nos nossos planos agora. Nós somos como uma criancinha cuja mãe comprou uma camisa três vezes maior e disse a ele que ele ainda iria crescer muito – nós ainda temos muito espaço para crescer.”

Em poucos anos, o KDE5 provavelmente acontecerá, mas Seigo prevê seria muito mais como a que aconteceu entre o KDE2 e o KDE3, mas certamente não tão radical como a que houve entre o KDE3 e o KDE4. “Eu acho que nós provavelmente tivemos uma boa década de desenvolvimento do framework que temos agora”, Seigo fala.


Texto retirado do blog: http://liveblue.wordpress.com

Tradução realizada por Sandro Andrade membro-fundador do grupo KDE da Bahia- Liveblue.

Flisol BH 2010

Festival Latino Americano de instalação de Software Livre em Belo Horizonte!

Irei palestrar sobre nosso amado KDE as 15:00h do dia 24/04 no CEFET - Campus II.

A palestra que irei apresentar será KDE para iniciantes já que o evento tem o foco de promover o Software Livre a pessoas que ainda não sabem o que esse bichinho come. =)

Mostrarei algumas telas do plasma, aplicações e o processo de tradução de software dentro do KDE.

http://www.flisol-bh.slparaleigos.org/2010/

Vídeo interessante (e longo) sobre o KDE (em inglês)

No Akademy-br 2010, durante nossas conversas sobre promoção do KDE, o Hélio mencionou esse vídeo (em inglês) onde o Adriaan e o Aaron Seigo apresentam o KDE 4.0, isso há dois anos atrás. É bem interessante o vídeo pra quem entende inglês e tem paciência de vê-lo totalmente, pra falar a verdade eu ainda não o vi inteiro hehe.

Artwork no 1ºAkademy-BR 2010

 Akademy – BR. 1° dia: 09 de abril de 2010:

 

Nosso primeiro dia no Akademy-BR estava chuvoso. Após tomarmos nosso café da manhã experimentando alguns deliciosos pães doces, nos dirigimos a sala para a apresentação que daria início ao Akademy-BR. Houve algumas breves palavras de todos os participantes. O primeiro, é claro, foi o Sandro - responsável pelo KDE-Brasil. Ele, que dirigia o evento, nos apresentou os propósitos do Akademy no país. Na sequência, vieram os outros integrantes. A maioria, até então, conhecia-se apenas por listas de discussão e e-mails.

 

 

Finalizada a apresentação, nos dividimos em vários grupos que ocuparam duas salas do albergue para o inicio do Sprint. Expliquei ao Sandro que  eu estava interessado em ajudar o KDE e que tinha especial predileção pelo Artwork. Dessa forma, iniciei minha participação nesse grande evento.

 

 

Resumo do 1° dia:

1)   Exposição do Sandro, destacando os objetivos do Akademy-BR;

2)   Apresentação de todos os participantes do Akademy-BR;

3)   Elaboração de mapa estrutural do Artwork, para entender melhor as relações existentes e o trabalho que ele realiza ou pretende realizar no Brasil.

4)   Pesquisa e estudo para a elaboração da logo do Akademy-BR.

5)   O grupo KDE-Games solicitou ao Artwork a criação de ilustrações para cartas de jogo em desenvolvimento.

 

 

 

Akademy - BR 2° dia: 10 de abril de 2010:

 

O 2º dia do Akademy-BR se inicia. Das 8h às 9h da manhã estávamos todos tomando café no albergue, preparados para mais Sprint. Antes, porém, visitamos a praia do Forte e o projeto Tamar. Experimentar o famoso acarajé foi lei. Depois disso, a galera ganhou energia o suficiente para após o almoço, ficar direto até altas horas da noite programando.

 

 

O Promo durante todo o evento trabalhou ao lado do Artwork, formando grande equipe.

 

 

Nesse dia, após algumas conversas com o Tomaz (programador) e o Sandro, clareou para mim as prioridades do Artwork no evento em si e no Brasil. Esclareceram que existe grande demanda de ícones para os programas no geral, bem como, para o KDE. Expuseram que, praticamente não há designers ou ilustradores colaborando com o Artwork no Brasil.

 

 

Esclarecida as questões, passei a trabalhar nas prioridades – pelo menos as do Akademy-BR. São elas: criação da logo do KDE-Brasil, criação da logo do Akademy-BR, criação da logo do KDE-mulheres, redesign da logo do KDE-RS, criação do ícone para o Plasmate, criação do ícone e dos ícones do Rocs.

 

 

Fiquei direto, até mais tarde, elaborando a logo do KDE Brasil. Criei algumas versões, porém, nenhuma satisfatória. A ultima, a principio pareceu-me boa e o pessoal gostou. Mas agora vejo que posso melhorá-la. Pretendo conceber nova versão.

 

 

À noite saímos em meio à chuva para comprar pizza, pois a fome era intensa. Comemos e conversamos, depois, fomos dormir.

 

 

Resumo do 2° dia:

 

1)    Processo de concepção da logo do KDE-Brasil;

2)    Processo de concepção da logo do Akademy-BR;

3)    Processo de concepção da logo do KDE-mulheres;

4)    Projeto de identidade visual do KDE Brasil para os eventos, em especial para o FISL;

5)    Elaboração de briefing primário para concepção do ícone do Plasmate;

6)    Solicitação de redesign da logo do KDE-RS;

7)    Elaboração de briefing primário para concepção dos ícones do Rocs. Em especial os seguintes ícones: do programa, de arrastar, de adicionar um novo nó, de criar aresta, de seleção e, todos de alinhamento;

 

 

 

Akademy - BR 3° dia: 11 de abril de 2010:

 

Pela manhã, após tomarmos café, fomos todos tirar fotos aproveitando que ainda estávamos lá. Nesse dia, praticamente ficamos arrumando as nossas malas, pois, precisávamos liberar o albergue ao 12h00.

 

 

Alguns ainda estavam programando, mas a maioria realizava todos os preparativos para a volta ao seu estado.

 

 

Anotando os últimos contatos necessários para continuidade dos projetos, fomos nos despedindo  dos novos amigos.

 

 

Saímos para almoçar e comprar os presentes para as esposas, namoradas, mães, pais, amigos, parentes e aderentes, tão necessários para volta harmoniosa à nossas casas. Afinal, estávamos na Bahia e, voltar de mãos abanando, seria um pouco... Digamos, complicado para alguns, rsrsrs!

 

 

Embarcamos às 16h50. Nosso voo de volta, felizmente, sem complicações chegou a Belo Horizonte.

 

 

Esse foi o 1º. Akademy no Brasil. Certamente todos nós ganhamos muita experiência em Sprint. O próximo, dizem fontes seguras: será em Minas Gerais. Já estamos ansiosos. Que venha o Akademy-BR 2ª Edição.

 

Akademy-BR 2010 - Praia do Forte - BA

Além de poder conhecer as pessoas que somente conhecia pela internet, pude aprender um pouco de cada coisa e de como funciona realmente um sprint. Concordo com a Camila que programar de modo extremo e interativo, com todos dando pitaco funciona muito bem. Tive o prazer de poder ajudar um pouco na infra-estrutura do evento e ajudar ao KDE-MG (grupo local de Minas Gerais pelo qual sou membro e co-fundador) à dar um UP no KDE-Promo.

Discutimos na sexta-feira à tarde sobre o que podemos fazer para promover o KDE não somente nos proximos eventos mas também manter uma política de promoção contínua. O envolvimento do ArtWork, que de certa forma foi conduzido pelo Anderson Viana, membro também do KDE-MG, é de grande importância para o promo. Por que?!

Colocamos alguns pontos que devem ser feitos para que possamos ter maior visibilidade dentro dos eventos e fora, como fizemos aqui em MG; as camisas do Grupo Local e do KDE.

- Bottons, Pins, Adesivos;
- Midias digitais como sugerida pelo Sandro onde podemos fazer a confeccao de Vídeos sobre o KDE como Hélio apresentou;
- Mais camisetas envolventes;
- Confeccao de Mídias para armazenar na Wiki ou similiar (fotos, videos, podcasts, etc)
- Canais de divulgacao nos principais meios de mídia como YouTube, Flikr e até mesmo uma comunidade no Orkut Tongue

Alem de outras discucoes que dentre elas sugerimos apos algumas conversas:

Deveriamos trabalhar, tambem, numa forma de nos organizarmos para os eventos no sentido da logística. Discuti esse assunto com o Lamarque, Anderson, Jordana, Amanda e o pessoal do promo. Como por exemplo: Não somente uma pessoa ficar por conta de organizar transporte e acomodacao mas sim haver mais interacao com o time local da cidade onde ira receber o evento, sempre quando o KDE participar. Vimos tanto no LatinoWare quanto no Akademy o quanto algumas pessoas ficaram "apertadas" com isso. Nao é mesmo Tomaz?!?!?! Smile (Muito Agradecido pela carona Inclusive. Voce e Sandro).

Melhor organizacão da Infra-estrutura: Sim, faz parte do promo. Como eu disse a todos, sempre que houver estes eventos por aqui, posso através do promo ficar responsável por tal. Sempre que tiver ao meu alcance.

Outro Detalhe importante é a definiçao de "regras e protocolos" para organizacao destes eventos, tipo, como irá ficar as organizaçoes dos Stands, se vao ter projetores ou nao, baloes, como colocar as camisas, promocoes e afins.

Outro ponto que fora colocado pelo Hélio que nos interessou bastante, é a tentativa de envolver algumas empresas de grande porte para que possamos ter a possibilidade de "distribuir" brindes como os Pendrives com o KDE.

Uma conclusão que tiro de minha participaçao é que preciso ajudar mais. Sendo assim, decidi fazer parte do time de traduçao e irei fazer muito report de Bugs. Já contatei a Aracele!

Aproveito para falar que no Proximo Flisol aqui em BHTE, irei utilizar a palestra do Sandro (KDE para iniciantes) e dar um palestra sobre o uso das aplicacoes do KDE no sentido de gerenciar o sistema sem ter a necessidade de recorer ao Konsole/terminal.

Se alguém do Promo tiver mais algum ponto à completar, este é meu post.

Grande Abraço a todos.

OpenSuse 10.3 e discos SATA

Sei que este artigo foge do escopo do KDE-MG e do KDE, mas como se trata de Software Livre em geral, tentarei manter o costume de sempre publicar alguma coisa que ocorra no meu dia-a-dia.

Recentemente eu e "minha equipe" estamos fazendo uma re-estruturação de infra-estrutura de T.I. em uma multi-nacional de desenvolvimento de softwares e estamos enfrentando um cenário nada nada fácil.

Um dos servidores (DELL PE T300) está configurado com uma Raid-1 com 2 discos de 250GB e um outro servidor (DELL PE T105) está configurado com um disco sem Raid.

Como precisamos de refazer toda a estrutura do PET300, pensamos na seguinte estratégia: Retiramos um dos discos da RAID-1 e bootamos o mesmo no PET105. Bingo! Assim poderíamos levar o PET300 feliz para o laboratorio e deixar o PET105 dando conta do recado por 2 semanas... Mero engano... Sad Foi ai que comecaram as minhas dores de cabeca com o OpenSuse 10.3.

Infelizmente o mesmo estava sem suporte à libata (que levanta os modulos para controladoras de discos pix_ii, sata_nv, sata_via, etc e principalmente o modulo ahci - o que nós precisavamos).

Para resolver o problema tivemos de rodar muito e ate mesmo pedir suporte local para a Novell que de nada adiantou.

Quando ja estavamos pra desistir, resolvemos dar uma checada no initrd do Kernel. Ai estava a surpresa.

Nao estava sendo levantado o modulo ahci e o disco ainda por cima era referenciado pelo seu ID, o que dificulta muito se a maquina estiver faltando bibliotecas de controladoras de discos e principalmente sem suporte a libata.

Para resumir o que fizemos foi:

1 - Gravar um DVD do OpenSuse 10.3 e iniciar o equipamento em modo Rescue;

2 - Assim que iniciar o sistema, devemos montar a particao raiz do disco (ex. /dev/sda1) em /mnt;

root@servidor:/#mount /dev/sda1 /mnt

2.1 - Montar o "/dev" no sistema de arquivos do disco - Isso fara com que os dispositivos reconhecidos no boot sejam mapeados corretamente quando usarmos o chroot;

root@servidor:/#mount -o bind /dev /mnt/dev

3 - Agora devemos utilizar o chroot no disco montado para que as alteracoes funcionem;

root@servidor:/# chroot /mnt

4 - Monte os sistemas de arquivos "proc" e "sys";

root@servidor:/# mount /proc; mount /sys; sync

5 - Altere o /boot/grub/menu.lst e /etc/fstab de acordo com seu disco:

DICA: Lembre-se de fazer um backup de cada um destes arquivos antes de altera-los.

root@servidor:/# fdisk -l

Disk /dev/sda: 18.3 GB, 18351959040 bytes <----- Disco que deverá ser iniciado.
255 heads, 63 sectors/track, 2231 cylinders
Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes
Disk identifier: 0x000b8ebb

Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System
/dev/sda1   *           1        1945    15623181   83  Linux <----- Particao onde esta o sistema.
/dev/sda2            1946        2231     2297295   82  Linux swap / Solaris

5.1 - Editando o menu.lst (grub);

title           Debian GNU/Linux, kernel 2.6.26-1-686
root            (hd0,0)
kernel          /boot/vmlinuz-2.6.26-1-686 root=/dev/sda1 ro vga=791 resume=/dev/sda2
initrd          /boot/initrd.img-2.6.26-1-686

5.2 - Editando a Tabela de Sistemas de Arquivos (/etc/fstab);

# /etc/fstab: static file system information.
#
# <file system> <mount point>   <type>  <options>       <dump>  <pass>
proc            /proc           proc    defaults        0       0
/dev/sda1       /               reiserfs notail          0       1
/dev/sda2       none            swap    sw              0       0
/dev/scd0       /media/cdrom0   udf,iso9660 user,noauto     0       0
/dev/fd0        /media/floppy0  auto    rw,user,noauto  0       0
/dev/mapper/data-data.var       /var    reiserfs        notail,defaults 0       0
/dev/mapper/data-data.data      /data   reiserfs        defaults        0       0

DICA: Lembre-se: O seu disco muito provavelmente irá estar referenciado por ID (by-id). Remova esta entrada e coloque a particao correspondente de acordo com o resultado de "fdisk -l".

 

Pronto! Ja estamos com o ambiente preparado para as alteracoes que agora devem ser feitas.

Primeiramente, vamos alterar as opcoes do kernel em "/etc/sysconfig/kernel" e procurar pela linha:

***
INITRD_MODULES="ahci ..."
***

Importante dizer que para que Murphy não entre em ação, coloque o modulo ahci como primeiro da lista.

# - Reconstrua o Initrd do kernel;

root@servidor:/# mkinitrd

A partir deste momento, ja teremos feito todas as altercacoes necessarias para bootar nosso sistema novamente em outra maquina, como é o nosso caso.

Antes, nao se esqueca de desmontar os sistemas que montamos anteriormente;

root@servidor:/# umount /proc

root@servidor:/# umount /sys

root@servidor:/# CTRL+D

root@servidor:/# umount /mnt/dev

root@servidor:/# umount /mnt

root@servidor:/# sync

root@servidor:/# reboot

Sei que este artigo nao deve abranger a todos, mas decidimos coloca-lo aqui depois da raiva que passamos. Importante ressaltar que se trata de procedimento extremamente tecnico e que é um cenário particular mas que pode servir de ajuda para outras pessoas. Nem nós e nem o KDE-MG se responsabiliza pelas informacoes aqui colocadas bem como seus resultados tendo o leitor e executor a total responsabilidade sobre os atos que atraves deste forem feitos.

Em caso de Duvidas, estou a disposicao!

Akademy-BR 2010 - a volta

Este último final de semana, mais precisamente de 9 a 11 de abril, vários usuários de KDE de vários estados brasileiros se reuniram em um albergue na Praia do Forte na Bahia para o primeiro Akademy-br. Veio gente da Bahia, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, ao todo foram mais de 30 pessoas. As atividade foram bem variadas, indo desde programação de jogos e programas educacionais, a promoção do KDE no Brasil, logicamente sobrou um tempo pra conhecermos um pouco da Bahia e eu pude até rever Recife pois meu vôo de ida teve que pousar lá por causa da chuva forte em Salvador, três horas depois estávamos embarcando de Recife para Salvador. Com tantas atividades dividimos os grupos de trabalho e mãos à obra.

 

No primeiro dia do evento (dia 9) eu estava interessado na parte de promoção do KDE no Brasil, que iria começar à tarde e por isso fiquei com a manhã livre. Resolvi então participar também do grupo do Keduca, um programa do KDE 3.5 para aplicar provas em alunos e que alguns amigos e colegas de trabalho de Minas queriam portar para o KDE 4.x. Discutimos o que já existia de porte do Keduca para o 4.x, se valeria à pena continuá-lo ou começar do zero, formatos dos arquivos das provas. Nós de Minas já temos experiência com o v-Class nessa parte de aplicar provas e seria útil fazer com que o v-Class utilize um formato padrão de provras com o Keduca. O v-Class é um programa comercial feito em Qt pela empresa onde trabalhamos, roda em Linux e Windows. À tarde participei do grupo de promoção, discutimos o que poderia ser melhorado, criar documentação para ajudar novos grupos a organizarem estandes, brindes, e como mostrar o KDE nos grandes eventos de Software Livre no Brasil (FISL e Latinoware) e eventos regionais, como FLISOL, EMS e FSLBH. Também arrumei o notebook da Amanda que não estava abrindo o plasma desktop, como tínhamos uma carência de computadores pra tanta gente cada máquina rodando era importante. No final do dia o Felipe instalou o Kubuntu no notebook da Ysa (Yasmin), como ela ainda está aprendendo a mexer com Linux fui explicar para ela como funcionam as coisas no Linux e KDE. Amanda e Felipe são outros membros do KDE-MG e a Ysa é uma nova integrante do LiveBlue da Bahia e do novo grupo KDE Mulheres.

 

No segundo dia fiquei por conta de descobrir uma forma de implementar bytes accounting no Knetworkmanager. Eu utilizo 3G no meu notebook e/ou celular e pra mim interessa saber quantos bytes foram trafegados durante o ciclo que minha operadora utiliza para calcular a fatura, o kppplogview já faz praticamente  isso, só falta uma forma fácil de fazer o somatório do tráfego por ciclo de fatura ao invés de por mês. Infelizmnete o kppp não está preparado para utilizar modems 3G de forma fácil. Por exemplo, ele não detecta modems automaticamente, nem suporta configurações específicas de cada operadora (APN), acrescentar configurações específicas de cada modem pode ser um desafio pois boa parte das configurações são feitas via comandos AT e o kppp limita a duas a quantidade de linhas de inicialização que podem ser configuradas para cada modem. Além disso o Knetworkmanager supporta outros tipos de conexão (cabeada, wireless) além de discada e 3G, então o mais lógico é implementar o que falta no Knetworkmanager. Depois de algumas pesquisas descobri que o pessoal do Networkmanager já tinha pensado em implementar isso e até já tinham pensado em uma forma de obter as estatísticas das interfaces de rede. Minha idéia é implementar polling no knetworkmanager para obter as estatísticas e salvá-las em algum arquivo (é isso que o kppp faz) e depois criar uma interface, talvez no próprio knetworkmanager, para ler as estatísticas e exibí-las na forma como o usuário quiser (isso é o que o kppplogview faz). Para quem usa 3G é importante medir o tráfego de dados durante o ciclo da fatura, que pode iniciar em qualquer dia do mês dependendo do dia de vencimento da fatura. Essa semana eu devo terminar o protótipo da parte de salvar as estatísticas, depois vou começar a implementar a parte de exibí-las, talvez até salve no formato que o kppplogview reconheça, assim poderíamos usá-lo para isso e até alterá-lo para exibir o somatório a partir de uma dia específico ao invés de sempre no dia primeiro. Não tive como programar muito nessa parte porque cedi meu notebook para que o pessoal de artwork pudesse trabalhar no novo logo do KDE-br.

 

No terceiro dia não foi possível fazer muita coisa, boa parte do pessoal tinha que voltar a Salvador para começar a jornada de volta para casa. Aproveitamos para tirar fotos com todos os participantes, comprar algumas lembrançinhas, almoçar e fomos para Salvador e depois de volta para BH.

Quadro de comentários




Na Latinoware o KDE mostrou que quer a participação de todas as pessoas, newbies, senior, latinos, americamos, brasileiros, desenvolvedores, amigos, inimigos, de todos lugares e diferentes tipos em seu aprimoramento, assim montamos um quadro chamado: Quadro de Comentários onde colocamos uma chamada AMO X ODEIO em que as pessoas que estavam no evento escreveram o que ama e odeia no KDE.

Os melhores comentários seguem abaixo:

Gosto das opções e de variedades de aplicações que integram o KDE, isso torna o GNU/LINUX muito mais amigável para os usuários iniciantes.

Amigabilidade é usabilidade.

Autor: Jiyan yari


La computadora el buen trato.

Autor: Mileiades Ramón Ramirez


Bien amigable.

Fácil de utilizar.

Autor: José Cabrera


Gostei da apresentação do stand KDE

Interface super atrativa

Muito fácil de usar

Peter Foz


O KDE é muito bonito!

O menu de pesquisas é muito bom!

Anônimo


Extremamente personalizável.

Completo.

Bonito.

Leandro Santiago


Porque todos podem participar!

Porque é livre!

Anderson


Amo porque é livre

Ester


Is mono free!

Easy to use

Beatyfull

Modern Desktop

 

Jorge Verón


 Eu amo o KDE porque a interação dos seus sofwaresé inteligente. É realmente o engine khtml do Konqueror não é muito bom, tanto que é usado no Safari e em diversos outros softwares.

Brivas


O Krunner não funciona com o twitter!

Sanny Nascimento


Plasma muy lento (kde4).

Konqueror dificil de configurar (no funciona biem).

Jorge Duré


Não é um chicle magnet.

Plasma muito lento em alguns hardwares.

Muitos bons softwares do KDE não foram portados para o KDE 4 ainda.

KDE 4 é muito instável.

Leandro Santiago


Festa do Akademy!

Funcionalidades!

A comunidade- Dolphin e Okular!

O Kate ( Uma única IDE que você precisa).

Os aplicativos!

Prática interface para migração de outros SOs devido sua interatividade.

Escrito em C++ (oba =) )

Bonitinho, comunidade bacana e boa gerência de projeto.

Porque funciona de primeira a rede wi-fi

Ambiente visual

Designer muito bom!

Altamente customizavel

Blue!

Anônimo


- Community: friendly people from am over the world.

- Openess: Anyone can join.

KDE-EDU: Educational software within KDE for Kids and Adults!

We're blue and fun.

I love KDE because it's easier it's too simply to use!

Willian Aquino


KDE is for people!

Anônimo


Amo o KDE:

O KDE possui uma interface bonita e com um paradigma de utilização mais próximo do experimentado do “windows”. É muito fácil para um usuário novato migrar de um sistema proprietario para um operacional livre, em especial minha mãe!

Parabéns!

Glauco Vinicius


Interface!

Ana Maria.


Plasma (me gusta)

Interfaz muy buena

Jorge Duré


Odeio no KDE:

System settings

Os Widgets oxygen

Escrito em C++

O K

Bloatware

Anônimo


Konqueror for working property.

Too many Ks in names.

Graphic card not working properly with kwin.

Anônimo

 

 

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